quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

⏳ Feliz ano novo: Sendo vencedor em tempos difíceis ⌛

 » Out of Series (01 de Janeiro de 2026)

 

Graça e Paz da parte de Deus, Pai, e de Nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo!

 

Dando continuidade ao ciclo de giros que nosso pequeno planeta faz em torno do Sol mais um ano se vai, e mais um ano se inicia. Com ele renovamos nossos projetos, que muitas vezes nem foram iniciados ou concluídos. Refazemos nossos planos, dos quais alguns sequer foram escritos. Nos comprometemos em sermos pessoas melhores, companheiros mais próximos, famílias mais amorosas e cristãos mais fiéis. Enfim, no futuro, sem dúvidas, seremos melhores!

 

Começando, como já está virando costume, com uma breve retrospectiva deste ano. Vou fazer a minha aqui e espero que você faça a sua aí. Não quero, entretanto, que você faça comparações entre nossas vidas, mas desejo que você possa se inspirar e se sentir encorajado vendo que também sou humano; tenho vitórias e derrotas, e geralmente coleciono fracassos e frustrações, mas estamos a cada dia lutando para melhorar nosso futuro e daqueles que convivem conosco, direta ou indiretamente.

 

Bem, mais uma vez não consegui concluir os projetos iniciados e pendentes. Estou próximo de terminar um livro, mas faltam alguns poucos capítulos e revisar um outro tanto. Novamente não consegui bater minha meta de leitura; li menos que ano passado, inclusive. Desta vez foram apenas 14, e corri um pouco neste último. Apesar de ter lido mais a Bíblia este ano, não consegui a ler de forma sistemática, como quando leio com o objetivo de a ler completa; neste aspecto li até menos que ano passado, mas, em contrapartida, do que li consegui meditar e me aprofundar um pouco mais.

Para os investimentos financeiros este foi um ano melhor, o que era esperado depois de um ano anterior tão ruim, mas com as mudanças tributárias que vão entrar em vigor a partir de amanhã, então, será preciso ter um pouco mais de atenção. Com a carteira praticamente consolidada não precisei estudar muito e o tempo escasso não me permitiu acompanhar oportunidades com muita frequência. Também estou longe de alcançar meu objetivo e não consegui cumprir a meta do ano. Ficou faltando bastante devido a outras despesas que tive e isto vai comprometer seriamente meu projeto inteiro, então precisarei me esforçar ainda mais; faz parte.

Do trabalho não há muito o que falar. Nos empenhamos e procuramos fazer o melhor, como sempre.

Os colegas aumentaram, graças a Deus, e espero poder os influenciar positivamente, principalmente em sua vida espiritual.

Na família tivemos alguns problemas financeiros e de saúde, mas, graças a Deus, nada muito sério, além dos que já estamos enfrentando há algum tempo e o que surgiu de novo estamos administrando.

As atividades físicas ainda estão capengando. Entre disponibilidade e desejo, terminei por me exercitar pouco; espero não precisar correr muito em breve (rsrsrsrsrs).

Acho que consegui resumir tudo e, como você pode ver, você se saiu melhor que eu. Meus sinceros parabéns!

 

Agora, indo para o nosso assunto principal, diante das dificuldades que você está passando e das que se avizinham, como você tem se preparado? Você sabe o que precisa fazer para sair vencedor dos momentos difíceis? Espero poder lhe ajudar com isso. Espero poder lhe orientar ou, ao menos, lhe trazer esperança.

Nosso texto base está em Apocalipse, mais precisamente nos capítulos 1 ao 3. Isto mesmo, vamos tomar para nossa meditação a carta escrita pelo apóstolo João às igrejas da Ásia.

Apesar das Bíblias trazerem em subtítulos a indicação de que teriam sido escritas sete cartas, sendo uma para cada igreja, não creio que isto esteja correto. Entendo que foram destacadas como “cartas as igrejas”, mas que foi escrito um único texto, com as indicações de cada uma, mas que todas precisavam conhecer o estado e as orientações das outras [Ap. 1:11]. Mesmo que, em alguma particularidade, não estivessem passando por este ou aquele problema, saber de sua existência é o primeiro passo para não ser afetado por ele. E saber de antemão como lidar com ele, caso se apresente, é uma enorme ajuda para vencer esta luta.

Em sua “dedicatória” e mesmo antes de expor os problemas, as dificuldades, e as lutas que precisavam ser travadas pelas igrejas e por casa um, individualmente, bem como o que precisavam fazer para serem vencedores, João lhes dá o veredito de que serão vitoriosos: “Àquele que nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados, e nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai ...” [Ap. 1:5-6] e “Eis que vem com as nuvens ...” [Ap. 1:7], pois ele é o Todo-poderoso [Ap. 1:8]. Diante disto, tenha em mente que não importam as dificuldades passadas, presentes e futuras; não importam as derrotas nas batalhadas já enfrentadas, o sofrimento nas pugnas presentes, e a angústia das que vierem, ao final; a guerra será vencida pelo Rei dos reis; por Àquele ao qual lhe é dado o domínio sobre todas as tribos e reinos, e a nós, juntamente com Ele.

Em seguida João os conforta se colocando junto a eles: “irmão vosso e companheiro na tribulação, ... por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus” [Ap. 1:9], para só então expor os problemas e soluções para tudo que tinham passado [Ap. 1:19 – “as coisas que viste”], estavam passando [Ap. 1:19 – “as que são”] e iriam passar [Ap. 1:19 – “as que hão de acontecer”].

 

Os problemas a serem enfrentados

 

Passaremos agora a abordar os problemas que devem ser enfrentados e tratados com o máximo de urgência, pois são os problemas que mais causam danos as igrejas em qualquer tempo e também a sua vida em particular. Espero que não seja necessário dizer que tudo dito aqui será generalizações, mas se a carapuça lhe servir, então não fique com raiva de mim; entenda que é Deus usando estas palavras para lhe orientar, buscando que você melhore para que não seja condenado com o mundo [I Co. 11:32].

1.    Ap. 2:4 – Abandono do amor: Estar na igreja, com os irmãos, em seus momentos a sós com Deus ou ainda realizando obras, mas sem sentir o desejo ardente e a paixão de fazê-los, é o primeiro problema apontado. Estamos vivendo períodos de esfriamento espiritual e falta de amor para com Deus e para com o próximo. Fiéis vão aos cultos e saem da mesma forma que entraram: de corações vazios. Seus corpos estão lá, mas suas mentes estão nas muitas coisas que o mundo as tem lhes empurrado, sejam como problemas, sejam como diversão. Tudo isto é apenas distração e, por isso, não há transformação de vidas. Não há prazer em cultuar e servir. São momentos que se tornaram compromissos entre pessoas; uma forma de se ocupar ou se divertir. É quase como se fossem ao clube, ao teatro ou a praça para rever os amigos. As pregações não confrontam mais o “eu” caído e pecador, estão mais parecidas com palestras de autoajuda. Não há exposição de Cristo e de sua obra. Veja que o texto trata isto como um grave pecado a ponto de que sua condição de “Igreja” poderá ser removida caso não haja arrependimento [Ap. 2:5].

2.    Ap. 2:9 – Falsidade: Também poderia dizer “vida de aparência”. Você parece rico, parece santo, parece crente, parece salvo, parece servir a Deus, parece amar ao próximo, parece se importar, parece trabalhar, parece um bom cônjuge, parece um bom aluno, parece um bom funcionário, mas, é tudo só aparência. Você tem uma “vida de Instagram”, é tudo “de fachada”. Sua vida é uma confusão. Você deve mais do que tem e do que ganha. Está entregue e se deliciando no pecado. Não tem fé e, desde que venha do materialismo, também não duvida de nada (o que também não deixa de ser fé, ou fideísmo, já que é irracional). Caminha para a perdição. Faz as coisas por interesse próprio; quer aparecer, deixar os outros com inveja de você. Não se importa com o sofrimento daqueles a seu redor. Negligencia o trabalho sempre que consegue e só faz as coisas que mandam e se estão cobrando. É um péssimo companheiro. É egoísta e ignorante. Distrata as pessoas e não considera aqueles que lhe querem orientar. Você é o dono da razão, ou como dizem, acha que é dono do próprio nariz. Você é rei do seu próprio umbigo. Talvez você ainda não tenha notado, mas o diabo é seu objeto de culto, pois tudo que você faz o agrada.

3.    Ap. 2:14-15 – Envolvimento com falsas doutrinas: O envolvimento com falsas doutrinas leva a um abandono da comunhão com Deus e com os irmãos. Elas têm o poder de levar, aos poucos, a pessoa que se envolve com elas, a práticas pecaminosas. Vejam que até mesmo o rigor moral de aparência dos fariseus foi criticado por Jesus [Mt. 23:23-36]. A moralidade de quem se sente superior aos demais por causa disso não passa de orgulho tolo; de egocentrismo. As falsas doutrinas levam outros a libertinagem, a ausência quase completa de moral. Os nicolaítas, citados no texto, ao que tudo indica, ensinavam que o corpo era perdido, cheio de pecado, e, portanto, não tinha nenhum vínculo com o espírito. Que o corpo tinha sido feito para pecar, então deviam viver de forma intensa no pecado para que a graça de Deus abundasse no espírito. O apóstolo Paulo se deparou com esta doutrina que já vinha se infiltrando no meio da igreja [Rm. 6] e sua palavra a este respeito foi: “De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos?” [Rm. 6:2]. Nos dois nomes citados no texto de Ap. 2:14-15, a saber os nicolaítas e aqueles que agiam como Balaão, temos o exemplo de uma dupla perigosa. Enquanto um ensina como corromper o outro cria dificuldade para se entender que se está corrompendo. Ao se entregar ao pecado não há como ter uma vida espiritual saudável. E todas as falsas doutrinas vão, de alguma forma, lhe afastar de Deus.

4.    Ap. 2:20 – Tolerar falsos mestres: Tolerar e ainda dar espaço para que falsos mestres continuem disseminando as falsas doutrinas dentro da igreja vai acabar por destruí-la e, se você está em seu meio, será muito afetado durante todo o processo. Não estou aqui lhe incentivando a se tornar “desigrejado”; aliás este é um tipo que, em grande medida, se tornou assim porque se envolveu com falsos mestres ou falsas doutrinas, ou porque lhe falta o fruto do Espírito Santo. Muitos deles até pensam terem saídos da congregação, mas na verdade foram, por Deus, jogados fora [Jo. 15:1-8]. O texto aqui nos dá algumas dicas de como se porta o falso mestre: I. diz falar em nome de Deus (é mentiroso) e fala coisas que não estão na Palavra de Deus e muitas vezes é até contrária a ela; II. Incentiva os outros a seguirem doutrinas estranhas; III. Relativizam o pecado e; IV. Incentivam buscar “conhecimento oculto” (ou conhecer ao diabo) e se envolver com ele. Neste último ponto espero que vocês entendam que há uma diferença grande entre conhecer para reconhecer e conhecer para se envolver, entretanto, o mais recomendado é que se você não tem base bíblica sólida, se afaste de qualquer ensinamento que não esteja nas Escrituras.

5.    Ap. 3:1-2 – Má intenção: Veementemente Jesus condenou as práticas de vários grupos religiosos de sua época porque as faziam com má intenção, não por amor. Frequentar a igreja por obrigação com o pastor ou irmãos, ir por diversão, realizar atividades de evangelismo ou caridade sem amor verdadeiro, em resumo, não importa o que você faça, se sua intenção não for correta, diante de Deus, será tomado como “obra morta”, ou seja, será como estar morto, mesmo que andando por aí, um zumbi, movido apenas pelo próprio desejo de se satisfazer.

6.    Ap. 3:8-9 – Abandono da fé: Diante das muitas dificuldades que surgem cotidianamente, e muito mais em tempos difíceis, é fácil abandonar a fé em Deus. Somos constantemente bombardeados por informações e questionamentos que, sem resposta clara e rápida, nos pegamos a duvidar de nossa fé. Ninguém gosta de ser enganado, e justamente por isso somos mais facilmente enganados quando não estamos bem-preparados, quando nossa fé não está bem alicerçada. Por isso o apóstolo Pedro nos orientou: “antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós” [I Pe. 3:15].

7.    Ap. 3:15-17 – Idolatria: A idolatria é, em muitos aspectos, o pecado mais condenado na Escritura Sagrada e o mais difícil de ser reconhecido, seja porque está sendo praticado inconscientemente ou porque é muito fácil de confundi-lo com práticas comuns. Qualquer culto ou adoração que não for dirigida diretamente a Deus é tida como idolatria. Se você não coloca sua fé, isto é, se não reconhece que somente em Deus algo se torna possível, então está praticando idolatria. Seu objeto de culto pode ser diverso, então é fácil confiar mais no objeto do que em Deus, é mais fácil adorar e servir a criatura do que o Criador. Em nosso tempo está em voga uma espécie um pouco mais ampla de idolatria: o materialismo. Um tipo de fé que alega estar baseada em conhecimento testado e comprovado, mas que ignora todas as implicações filosóficas e até mesmo éticas necessárias para estar bem fundamentada.

 

Você deve estar se perguntando agora por que só abordamos questões espirituais e a resposta é simples, entre as preocupações terrenas e passageiras e as espirituais e eternas, devemos primeiro cuidar daquilo que é mais importante, e isto, como você é inteligente, já deve ter concluído sozinho. Mas caso lhe tenha ficado alguma dúvida, deixo o que escreveu Blaise Pascal (1670):

Nada é tão importante para o homem como a sua condição, e nada lhe é tão temível como a eternidade. Por conseguinte, se acham-se homens indiferentes à perda do próprio ser e ao perigo, de uma eternidade de miséria, isso não é natural. Procedem de modo inteiramente diverso em relação a todas as outras coisas: temem até as mais insignificantes, e as preveem, e as sentem. O mesmo homem que passa tantos dias e tantas noites cheio de cólera e de desespero por ter perdido um cargo, ou por alguma ofensa imaginária à sua honra, sabe também que vai perder tudo com a morte, sem que por isso se inquiete ou se comova. É uma coisa monstruosa ver, num mesmo coração e ao mesmo tempo, essa sensibilidade pelas menores coisas e essa estranha insensibilidade pelas maiores.

 

Como os enfrentar e o os prêmios a serem recebidos

 

Passemos agora as orientações de como podemos enfrentar estes problemas. É mister salientar que muitas vezes só o que podemos fazer é evitá-los pois eles estão presentes em todos os lugares e em todos os momentos. Mas, apesar de não haver maneira de nos tornarmos completamente imunes a eles, há formas de estarmos preparados para vencê-los sempre que aparecerem.

1.    Ap. 2:5 – Relembrar: Fazer reflexões periódicas sobre aquilo que vivemos é importante. Relembrar quando fomos tocados pelo Espírito Santo e nos encontramos com Cristo; de quando o amor encheu nossos corações pelas vidas que se perdem e por aqueles que sofrem; do que nos levou a pecar e para nos arrepender. Como disse o filósofo espanhol George Santayana: “aquele que não conhece o passado está condenado a repeti-lo”. Não devemos, entretanto, o fazer com saudosismo, mas como meio de ação prática e eficaz. Ao nos mantermos firmes, em amor, seremos levados ao Éden de Deus, e nos será dado do fruto da árvore da vida e estaremos, então, para sempre com o Senhor.

2.    Ap. 2:10 – Ter coragem: Teremos todo o mundo e o diabo se levantando contra nós, tentando nos derrubar, nos derrotar e aprisionar. Tempos difíceis virão e é preciso ter coragem para os enfrentar. Como Jesus já havia nos prevenido de que no mundo teríamos aflições [Jo. 16:33], então não devíamos esperar uma vida fácil e sem sofrimento, mas ao mesmo tempo devemos ter uma vida de paz, pois a paz que nos é dada é uma paz especial, que não é possível que o mundo a tenha ou a proporcione [Jo. 14:27]. Assim, ao vencermos, estaremos livres da segunda morte e, portanto, livres do lago de fogo e enxofre [Ap. 20:6, 14 e 21:8] onde todos que não fizeram a vontade de Deus serão, finalmente, lançados e cujo sofrimento não terá fim.

3.    Ap. 2:13 – Perseverança: Manter a fé em Deus, baseados nas sãs doutrinas descritas na Santa Palavra. Perseverar é “persistir numa ação” [Dicionário Houaiss], assim não é apenas falar, mas agir de acordo e continuar agindo até que o objetivo final seja alcançado. E, ao atingi-lo, será recompensado por Deus com a transformação do corpo de carne para um corpo glorificado como o de Cristo (Jesus é o maná, o pão que foi enviado do céu) e um nome novo (o nome de cada pessoa também termina por definir seu caráter, assim também teremos nosso caráter voltado ao pecado deixado para trás e teremos, então, um caráter santo).

4.    Ap. 2:19 – Trabalho: Ou poderia também dizer “boas obras”, mas o termo trabalho acho mais adequado. Trabalho é o ato de converter alguma coisa em outra. Em física o termo “trabalho” é uma grandeza que mede a transferência de energia realizada por uma força quando ela provoca o deslocamento de um corpo. Trazendo a definição para nosso contexto, só existe trabalho quando há mudança. Se estamos fazendo algo que não produz mudanças, nem em nós, nem em nossa igreja, nem na comunidade onde ela está inserida, então estamos apenas nos cansando, fazendo “obras mortas”. Não existe trabalho sem prática e esforço prático e não há boa obra que não provoque mudanças de vidas. Assim, as obras que praticamos com fé são, em última análise, as obras do próprio Deus, feitas por nós ao sermos movidos pelo Espírito Santo e pelo nome do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo [Ap. 2:26]. O prêmio para os vencedores é o de julgar o mundo perdido, aqueles que decidiram viver suas vidas presentes e futuras longe do Criador [I Co. 6:2].

5.    Ap. 3:3 – Vigilância: Estar sempre atento para as coisas que acontecem conosco, ao nosso redor e, se possível, no mundo. Vigiar também quer dizer que devemos guardar aquilo que temos, o que já conquistamos, para que não nos seja tomado. Vigiar é também conservar e preservar, manter funcionando, manter em bom estado, limpo e pronto para uso. Quando chegar o grande dia, então, receberemos vestes brancas, compradas e alvejadas com e pelo sangue do Cordeiro, Jesus, o Cristo, o Filho de Deus, que por nós se entregou para nos purificar de todo pecado [Hb. 1:3, I Jo. 1:7].

6.    Ap. 3:8 – Fidelidade: Manter-se fiel a Deus e a Sua Palavra, não negando o seu Santo Nome, é uma das atitudes que devemos tomar para vencer. Fidelidade também é mais do que uma afirmação, mais do que meras palavras; é uma atitude constante e de acordo com aquilo que se diz. É coerência prática. Aos fiéis lhe será dado lugar ao lado de Deus, e com orgulho Ele o enviará como mensageiro para divulgar a Sua Santa vontade. Você será, assim, Seu representante.

7.    Ap. 3:19-20: Sabedoria: A sabedoria é o bem mais precioso da terra [Pv. 4:7]. Ela nos torna capazes de reconhecer o que acontece e nos dá meios para agir. Também nos permite aceitar quando somos admoestados, disciplinados e corrigidos. Ela nos leva a entender onde erramos e a nos arrependermos, retornando assim para uma vida segunda a vontade de Deus. O prêmio é reinar juntamente com Cristo, em seu reino de glória [II Tm. 2:12, Ap. 2:26-27, Ap. 5:8-10].

 

Vocês devem ter percebido que a palavra-chave para sair vencedor em tempos difíceis é “agir”. Sair do mundo da retórica e da hipocrisia e tomar atitude. Fazer com que todo conhecimento teórico adquirido se torne em prática consciente e transformadora, tanto de sua própria vida e realidade como daqueles que o rodeiam.

 

Espero, em Deus, que estejamos todos prontos para enfrentar e vencer as dificuldades que virão. Peço a Deus que os nossos sonhos e planos estejam todos alinhados com Sua soberana vontade e que todos se realizem. Finalizo, assim, lhes desejando um ano novo cheio de paz e graça, da parte de Deus, pai, e de Nosso Senhor e Salvador, Jesus, o Cristo. Amém!

 

Oz. B. Silva

Técnico em Informática, Graduado em Matemática e Servo do Deus Altíssimo e autor do blog http://sepade.blogspot.com

 

Fonte:

PASCAL, Blaise. Pensamentos. Edição eletrônica disponibilizada pela Editora Monergismo. 2008.

segunda-feira, 11 de agosto de 2025

⏳ O deus de Sacani ⌛

» Out of Series (11 de agosto de 2025)

Graça e Paz da parte de Deus, Pai, e de Nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo!

Anteontem vi, por acaso (o grifo é proposital), um corte de um vídeo de uma conversa entre um rapaz chamado Felca, que se diz católico, e o youtuber Sérgio Sacani. Neste corte são feitas duas perguntas a ele e é sobre elas e suas respostas que conversaremos hoje.

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Para começar, se você não conhece o Sérgio Sacani, aqui vai uma pequena biografia. Ele é um conhecido youtuber de divulgação científica e geofísico. Entusiasta da astronomia seus vídeos giram quase sempre em torno desse tema. É uma daquelas pessoas carismáticas e que na sua frente dirá que tudo está ótimo, que as coisas podem ser assim para você e diferentes para ele, o que deve tornar bem fácil das pessoas gostarem dele, ao menos é isso que ele se esforça em demonstrar em frente a uma câmera. Pessoalmente não o conheço, então toda minha impressão vem do pouco que vejo em vídeos produzidos por ele mesmo (não sou assíduo espectador) ou por terceiros, então, peço perdão se minhas impressões de sua pessoa estiverem um pouco longe de sua verdadeira personalidade que pode ser melhor definida por quem convive cotidianamente com ele.

No entanto, apesar de que um dos motivos pelos quais prefiro não o acompanhar é o fato de que ele pertence a um grupo de pessoas com atitudes que considero inaceitáveis. Além da falsidade, este grupo destruiria a vida de opositores, se tivessem poderes para tal. Bem, mas este não é o assunto que queremos tratar, então vamos focar no que realmente nos trouxe aqui.

A primeira pergunta feita no recorte foi: “Ô, Serjão, você é ateu! Você não acredita em Deus. O ateu ele não precisa ter fé?”

Sua resposta foi um pouco picotada devido ao condutor da entrevista tentar extrair algumas falas dele, e, para melhor entendimento aqui, vamos pegar as partes da resposta que contém apenas as coisas interessantes, são:

1 – Tem um livro chamado a fé do ateu, né?

2 – Eu sou ateu, tá, mas os ateus me odeiam porque eu sou um ateu não militante.

3 – Agora, de onde vem o meu ateísmo? Como a gente estuda muito, lê muito sobre física, estudo muito sobre astronomia, astrofísica, cosmologia e tudo mais, não encaixa para mim nas coisas que a gente estuda, ter, por exemplo, um ser que criou o universo, que criou a Terra, que criou o ser humano e tal. Para mim, primeiro, eu acho que a vida aqui na Terra, do jeito que ela é, ela é uma obra do acaso.

4 - É um acaso da gente tá aqui, entendeu? E as coisas foram evoluindo ... na Terra... quase 5 bilhões de anos se passaram para as coisas evoluírem e chegarem no ponto que tá hoje. Então para mim, não precisa ter uma força, não precisa ter um ser, não precisa ter um Deus, não precisa ter nada. As coisas é uma coisa natural da evolução natural das coisas que levou a isso. Então assim, não é que eu tenho uma crença de que Deus não existe, eu tenho uma crença de que a evolução natural levou as coisas a serem do jeito que elas estão hoje, entendeu? Então não preciso ter uma força, um ser, uma mente, um nada para fazer aquilo.

A segunda “pergunta” foi: “eu sou católico e eu quero que você desmistifique para mim um dos argumentos do cristianismo que é mais, na minha concepção, acertado. Que é as coisas para gerar vida na Terra são muito bem pontuadas, muito bem pontuadas. A Lua tá numa posição certa, extremamente certa. A Terra, a quantidade de oxigênio e nitrogênio tem que ser exata. Deus que fez isso. Tudo tem que ser exato. É tão raro, é tão raro, tão precioso que na minha concepção só pode ter sido Deus.

E a resposta foi:

5 – É o acaso, cara!

É mesmo?

6 – É o acaso!

Mas é tão raro, é 0,000000001.

7 – Mas é o acaso, não é zero! Mas esse é argumento aí, é o argumento que todo mundo usa contra mim, entendeu? Quando eu falo assim e aí até o pessoal fala: "Pô, os ateus ficam bravos comigo". Por quê? Porque quando eu vou explicar o lance da vida inteligente na Terra, eu falo exatamente isso. Ó, pessoal, pra vida ter inteligente na Terra, você tem que ter a lua do jeito que é, o sol do jeito que é, Júpiter, tudo certo, tudo certinho. Aí, pessoal, aí, ó, você fica provando pros caras que Deus existe. Para mim é o acaso, cara. Para mim é o acaso. Surgiu ao acaso e uma outra coisa, de repente; e o universo não está nem aí para ter vida no ter não. E eu acho que não, porque tem um pessoal que fala assim, é muito grande para se importar, para se importar. E outra coisa que o pessoal, muita gente fala: "Não, porque existe um propósito da gente tá aqui." Eu acho que não existe propósito nenhum no universo nem nada.

Pois bem, este foram os trechos que nos interessam no momento e dos quais vamos discorrer sobre alguns pontos. Espero que a transcrição não tenha ficado complicada para entender. As respostas dele coloquei um número a frente para facilitar a indicação dos pontos que estamos abordando ao longo do texto. Então vamos lá, e para começar, como de costume, vamos olhar o significado do verbete.

Segundo o Dicionário da Língua Portuguesa Houaiss acaso é uma ocorrência, um acontecimento casual, incerto e imprevisível; uma casualidade ou eventualidade; é um caso fortuito, um acidente; é um desfecho, favorável ou não, de um acontecimento; uma sucessão de fatos resultantes de causas independentes da vontade; é sorte ou destino; no pensamento contemporâneo, imprevisibilidade dos eventos em decorrência da própria constituição do mundo objetivo, cujas recorrências e leis não dispensam oscilações probabilísticas, isto é, um grau relativo e frequentemente mensurável de incerteza e indeterminação (o que é contrário ao pensamento determinista na compreensão da natureza que foi consenso no meio científico e acadêmico até o Século XIX); aleatoriedade.

Daqui em diante vamos procurar abordar o assunto na mesma sequência das respostar para melhor organização. Então vamos lá.

Ponto “1.” – O livro que ele faz referência é o escrito pelo doutor em ciências da Religião, Dr. João Paulo Reis Braga. Se você adquirir este livro ou algum dos que tem assunto correlato clicando nos links abaixo você nos ajuda na manutenção do nosso trabalho.


A fé dos ateusNão tenho fé suficiente para ser ateuSe Deus existe, por que existem ateus?A ciência pode explicar tudo?


Ponto “2.” – Aqui temos da boca de um ateu e que convive no meio de ateus, que existe um grupo de ateus militantes. Aqui dois pontos a frisar: I. Em sua fala Sacani adota a postura correta para um ateu. Ateus, por definição, não deviam se importar com religiosos e com a defesa de uma não existência de Deus. Ninguém anda por aí tentando provar que algo sabidamente inexistente, realmente não existe. Sempre há alguém tentando provar a existência daquilo que creem existir, mas não o contrário e; II. Este grupo de ateus militantes não são apenas incoerentes com suas crenças, e não apenas se dedicam a provar que os teístas estão errados, mas alguns fazem parte do grupo que mencionei no início, que destruiriam os teístas, se tivessem poderes para tal. Alguns deles inclusive falam abertamente isto em seus canais do Youtube, até mesmo com ameaças de morte nos casos mais graves e com a tentativa de tirar o sustento nos casos mais brandos.

Ponto “3.” – Neste ponto temos a revelação do nome do deus do Sacani: acaso. Para o Sacani ele é a causa de todas as coisas. Ao contrário de muitos dos maiores expoentes do conhecimento que chegaram à conclusão de que quanto mais você estuda, mas Deus se faz evidente, para o Sacani, o deus que se evidenciou foi este: o acaso. Louis Pasteur, renomado cientista francês, reconhecido por suas descobertas nas áreas da química, microbiologia e medicina, e famoso por suas contribuições no estudo da fermentação, pela invenção da pasteurização e o desenvolvimento de vacinas, certamente diria que ele estudou pouco (vide nota “A.” ao final do texto). E o resultado de suas observações são muito opostas as que teve Isaac Newton (vide nota “B.” ao final do texto).

Ponto “4.” – Para quem não é determinista então, sim, estamos aqui por acaso, isto é, havia alguma chance de termos nascido ou não, ou de já termos morrido a esta altura, mas o acaso se resume apenas a isto, mera probabilidade. O acaso não é o motor ou o meio pelo qual as coisas existem como são. Não há este “universo de probabilidades” que se imagina ou que se quer fazer crer que exista. Para sustentar esta crença é preciso acreditar em coisas absurdas, por exemplo, é uma crença dele o multiverso, isto é, uma série infinita de tentativas onde em algum deles nosso universo existe da forma que é. Certamente ele nunca parou para pensar sobre as implicações desta crença, já que ele sequer fez uma busca para descobrir a verdade mais importante da existência humana: há ou não um Deus? E posso afirmar isto baseado em suas próprias palavras ditas neste mesmo vídeo. Também não há este determinismo de que seria o curso natural das coisas, uma evolução natural despropositada e aleatória não poderia, de forma alguma, chegar a um fim específico. Mas me deixe explicar melhor o que estou dizendo. Enquanto se existia a esperança de que em qualquer parte em que fosse encontrada água seria encontrada vida, a frase “onde houver água, a vida” era proferida sem cerimônia. Então, como por meio de processos aleatórios cegos fez formar vida na água que está na Terra (água que contém com todas as características que permitem a vida) e sua abundância no universo não gerou, ao menos até onde sabemos, nada. Certamente não foi falta de tempo e acredito que ele não diria que as probabilidades seriam diferentes aqui e acolá. Ao que me parece, por sua fala, que sua fé está nos processos naturais, ou seja, sua deusa Gaia, apoiada por seu deus Kronos e com uma ajudinha de sua deusa Tyche.

 

Agora um pequeno parêntese. Antes de tratarmos das demais respostas vamos abordar rapidamente o argumento utilizado pelo Felca. O argumento se chama “ajuste fino do universo”. A ideia é que tudo é tão perfeitamente organizado em unidades de medidas tão ínfimas que a aleatoriedade não seria capaz de as colocar todas juntas ao mesmo tempo. Quem fala, como o Sacani, que é possível só porque é assim, não entendeu nada de nada. Os pontos citados na elaboração da questão são apenas três, onde, apenas na Terra, existem mais de cinquenta onde, novamente, todos tem que estar finamente ajustados desde o início senão não haveria nem mesmo a possibilidade para que houvesse o acaso. Veja, por exemplo, que o Sacani acredita que a lua foi formada por um impacto de um planeta, conhecido como Theia, do tamanho de Marte na Terra (pois é, pergunte a qualquer um se um asteroide destes se chocasse com a Terra qual seria o resultado e veja que quem não crê em Deus tem que acreditar em cada coisa) e que ela tomou forma a cerca de 22 mil km da Terra. Agora pergunte a alguma inteligência artificial se seria possível surgir vida na Terra considerando isto e veja ela dizer algo como “seria muito mais difícil, se não impossível” (é, eu perguntei). Agora a lua se afasta da terra a cerca de 3,8cm por ano, o que ao longo de 4,5 bilhões de anos a colocou a uma distância de 384 mil km de distância da Terra. O tempo necessário para colocar a lua na distância que está hoje seria de menos de 1 bilhão de anos. Então, será que alguma vez foi considerado por ele que o tempo de 4,5 bilhões de anos de suposta existência da Terra não pode ser considerado totalmente para o surgimento da vida como existe hoje; e olha que estamos abordando apenas um dos mais de cinquenta elementos finamente ajustados e necessários para que ela exista.

Pontos “5.” e “6.” – O Sacani, ao que parece, não consegue entender que “acaso” não é causa. Voltemos um pouco ao início desta postagem, quando mencionei que vi este vídeo por acaso. Eu estava com um pouco de tempo e fui ver alguns vídeos no Youtube. Minhas preferências, nestas ocasiões, giram em torno de vídeos sobre investimento e notícias de geopolítica e, algumas vezes, assisto a vídeos de cristãos cujo assunto ache relevante. Não sou inscrito no canal do Sacani ou do entrevistador. Como podem ver, não há correlação entre meu hábito e a indicação do algoritmo da plataforma em me recomendar este vídeo específico, exceto pelo fato do apresentador se dizer católico. Isto é acaso. A causa disto ter acontecido foi minha disposição em assistir vídeos. Houve também uma ação: abri o aplicativo e cliquei no vídeo que me foi indicado mesmo sendo alheio a minhas preferências. Do outro lado também houve a predisposição deles de gravarem o vídeo e enviarem para a mesma plataforma. Estas duas coisas são arbitrárias, isto é, dependem da vontade. Mesmo que a evolução fosse realmente um fato (e aqui quero destacar a estreita relação entre ateísmo e evolucionismo), não é o acaso que dá origem as coisas.

Ponto “7.” – Cientificamente falando geralmente se usa termos como “altamente provável/improvável”, pois considera-se, devido ao conceito de falseabilidade apontado por Karl Popper, que nada é verdade absoluta ou uma impossibilidade absoluta. Isto quer dizer que se uma hipótese pode ser levantada e há meios para testá-la, então há alguma probabilidade da hipótese se mostrar verdadeira ou falsa. Esta definição científica traça claramente os limites da ciência, mas não os limites da realidade. Há coisas reais que não podem ser cientificamente comprovadas (ao menos não ainda e outras que não serão nunca). Por exemplo a própria teoria da evolução nunca passará nas condições estabelecidas para ser científica: a evolução não pode ser observada, não pode ser medida com precisão, não pode ser reproduzida em laboratório (nem por uma pessoa muito menos por várias), os resultados dos experimentos não são consistentes e, por fim, se tornou infalseável. E há também coisas que realmente são impossíveis. Por exemplo, quanto tempo você precisaria treinar seus músculos para que conseguisse dar um salto daqui da terra que alcançasse a lua? Isto mesmo, não importa quanto tempo, mesmo que você vivesse indefinidamente, não há como fazê-lo. É impossível.

Nada surge ao acaso. Como já disse, o acaso não é causa. O acaso não dá origem as coisas. Para que possa existir a possibilidade é necessário que haja, antes o caso. E mesmo que existe a possibilidade, se ela for extremamente baixa, é improvável que ela ocorra. Por exemplo, é possível que alguém ganhe mais de uma vez acertando os seis dígitos da Mega Sena, entretanto, isto nunca aconteceu, e, se formos considerar alguém que ganhe o prêmio duas vezes seguidas, então não será espanto se todos disserem que é “impossível”, mesmo que a possibilidade não seja zero. Isto porque ela tão infimamente pequena que pode ser considerada nula. Entretanto, para existir esta minúscula probabilidade para que, por acaso, venha a acontecer, é preciso que exista o caso em si, isto é, o jogo da Mega Sena e o sortudo apostador. O acaso não pode trazer nenhum dos dois a existência. O acaso também não pode definir as regras do jogo, nem quais os formatos dos objetos que conterão os números definidos no sorteio e nem quais números serão escolhidos, dentro dos possíveis, pelo apostador.

Veja ainda que o Sacani tem um entendimento panteísta de Deus. Bem parecido com o a crença que Einsten adotou após 1925, o que é conhecido como a definição de Deus de Espinoza (ou o deus de Espinoza). Um deus que é também a natureza, isto é, ambos têm a mesma substância, e que não se importam com a sua criação nem lhes deu qualquer proposito. Muito diferente do Deus descrito na Bíblia, que estando Ele separado de sua criação não a abandona a própria sorte, interagindo com ela para fazer cumprir Seu próprio propósito. E um destes propósitos é ter convívio com os homens que forem purificados pelo sacrifício realizado por Seu Filho Jesus, o Cristo, naquela cruz, na qual derramou seu sangue para o perdão de nossos pecados cometidos contra a perfeita santidade de Deus, Pai.

 

Bom, para concluir, cada um acredita no deus que quiser. Eu, particularmente, acredito no Deus descrito na Bíblia. Outros preferem crer no deus Acaso ou deus Sorte, que, por acaso, se a pessoa não der muita sorte, terá uma vida ruim e uma morte pior, e, por acaso, se der sorte, após a morte não existirá nada, além do acaso, mas, se não der tanta sorte, nem será exposto ao acaso, mas ao destino certo, que, não por acaso, e para sua falta de sorte, será pior que sua vida e sua morte.

A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo seja convosco. Amém!

Oz. B. Silva
Técnico em Informática, Graduado em Matemática e Servo do Deus Altíssimo e autor do blog http://sepade.blogspot.com

Notas:

A. – Frase de Loius Pasteur: “Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima”;

B. – Frase de Sir Isaac Newton: “"A maravilhosa disposição e harmonia do universo só pode ter tido origem segundo o plano de um Ser que tudo sabe e tudo pode. Isto fica sendo a minha última e mais elevada descoberta."

Fontes:

• Hipótese do grande impacto. Wikipédia. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Hip%C3%B3tese_do_grande_impacto. Acesso em: 11 de agosto de 2025;

quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

📘 Feliz ano novo: O segredo para uma nação próspera 📖

 » Out of Series (01 de Janeiro de 2025)

Graça e Paz da parte de Deus, Pai, e de Nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo!

Dando continuidade ao ciclo de giros que nosso pequeno planeta faz em torno do Sol mais um ano se vai, e mais um ano se inicia. Com ele renovamos nossos projetos, que muitas vezes nem foram iniciados ou concluídos. Refazemos nossos planos, dos quais alguns sequer foram escritos. Nos comprometemos em sermos pessoas melhores, companheiros mais próximos, famílias mais amorosas e cristãos mais fiéis. Enfim, no futuro, sem dúvidas, seremos melhores!

Você deve ter lido a introdução e pensado que me equivoquei na publicação e enviei a mesma mensagem do, hoje, ano passado. Mas já percebeu neste momento, entretanto, que apenas a introdução foi mantida praticamente a mesma. Resolvi mantê-la (e talvez a mantenha ainda por muito tempo) pois ela faz muito sentido para mim e espero que também para você. Neste último ano, apesar de ter concluído alguns projetos, em sua maioria apenas iniciei. Outros sequer saíram do papel ficando apenas no desejo de realizá-los em neste (espero).

Não consegui estudar o suficiente. Não li a quantidade de livros que pretendia (apesar de que dezoito concluídos e mais dois encaminhados ainda é um número que eleva a média geral do brasileiro, principalmente se restringirmos o universo pesquisado a um que eu possa me encaixar de forma abrangente). Não consegui escrever muito e não concluí nenhum dos livros que estou produzindo (no momento são quatro e mais um iniciarei em breve). Não consegui manter a constância nos exercícios físicos. Não consegui ler mais uma vez a Bíblia inteira em um ano (se bem que da forma que fiz consegui a ler em três. Se quiserem saber qual plano utilizei deixem comentários pedindo que faço uma nova postagem contando como foi, talvez um vídeo para o Youtube, verei qual a melhor forma de apresentar). Com tantas coisas sem conseguir avançar do jeito que imaginei nem tentei começar todos os outros projetos.

Mas, apesar de ter tantas coisas não concluídas, consegui algumas conquistas, principalmente na minha preparação financeira para o futuro. Consegui avançar na organização das finanças pessoais e nos investimentos (apesar de que este foi um ano terrível para investidores brasileiros. Foi, inclusive, o pior ano da bolsa de valores desde 2015 quando vista em dólar. Para muitos investidores mais novos como eu, que tem menos de uma década, deve ter sido o pior ano). Também aprendi a dominar um pouco melhor minha ansiedade e me conhecer um pouco melhor. Também me dediquei um pouco mais a família e perdi menos tempo com futilidades. Então, em resumo, pessoalmente não foi um ano ruim, mas também não foi aquele ano memorável que esperamos e que (creio) raramente acontecerão.

Espero que vocês tenham sido mais disciplinados do que eu consegui ser e tenham também conseguido melhores resultados.

Agora, saindo desta retrospectiva e indo para a mensagem, objeto principal deste texto.

Vínhamos de uma expectativa contraditória em relação ao país. Enquanto percebíamos as dificuldades que viriam, tanto pelo avanço do tempo em direção ao fim, onde as coisas tenderão a ficarem cada vez piores - como profetizado nas Escrituras - quanto pelo histórico do atual governo e do estado em que deixaram o país após dezesseis anos de um mau governo atrás do outro (não que os outros tenham sido lá muito diferentes, cada um com suas dificuldades, mas ao menos me parecia que seria uma época de mais liberdade e oportunidades) – lembrando que o Temer estava na chapa do governo eleito em 2014 – e desta vez sem ter dado tempo do país se estruturar minimamente e sem contar com as vantagens de um mundo em rápido crescimento, como aconteceu no período de 2002 a 2008, até a crise (que ficou conhecida como crise do subprime) interromper essa rápida expansão de crescimento mundial - movido a endividamento dos países e abertura do mercado chinês para o mundo – e, por outro lado, o otimismo de grande parte do setor financeiro (entendam que quando falo assim me refiro mais especificamente ao grupo de pessoas que detém muito dinheiro e que exercem poder e influência a partir do uso do dinheiro) que se utilizaram da mídia (quase totalmente nas mãos dessas mesmas pessoas, sejam diretamente ou indiretamente através de contratos de marketing) para, como sempre, manipular a percepção da população criando o ambiente necessário para que possam aumentar seu próprio poder e influência.

Olhando para a Bíblia podemos encontrar três “tipos de períodos de crises” distintas das quais o povo de Deus passa por muitas dificuldades.

No primeiro vemos os “povos” passando por momentos de sofrimento generalizado como, por exemplo, em períodos de fome em uma determinada região, como quando Deus levou o povo ao Egito, através da preparação antecipada da sua ida por meio de José, o qual foi usado para auxiliar na sobrevivência de muitas pessoas e povos, especialmente do povo escolhido de Deus que estava começando a se desenvolver.

No segundo temos os tempos de crises quando Deus começa a agir para reestabelecer seu povo. Quando aquele povo estava ameaçado de ser extinto pelos egípcios Deus usa Moisés como meio para retirá-los da servidão e marchar em direção a construção de uma nação; ou quando o povo volta a sua terra e começa a reconstruir as cidades após os períodos em que estiveram vivendo como conquistados nas terras dos conquistadores.

No terceiro, e este é o ponto no qual queremos dar mais ênfase, pois vejo que estamos hoje vivendo situação similar, que é quando o povo se desvia dos caminhos de Deus e passam a cometerem o pecado da idolatria. Nestes momentos Deus tem “abandonado” seu povo e lhes colocado em situações de crise profundas. A idolatria é, sem sombra de dúvidas, o pior pecado e um dos mais fáceis de serem cometidos (vamos ignorar aqui o pecado da blasfêmia contra o Espírito Santo por não haver certeza de qual seja este terrível pecado, pois a Bíblia não deixa claro qual ele é e quaisquer coisas sobre isto são apenas conjecturas). A idolatria é justamente contemplada no primeiro mandamento da Lei de Deus (no chamado Decálogo): “Não terás outros deuses diante de mim.” [Ex. 20:3].

Muitas vezes o povo passou a adorar outros deuses, trocando o verdadeiro e único Deus por imagens de esculturas. Sempre foi um povo teimoso e fácil de se desviar [Ex. 32:7-10]. Mesmo diante de todos os sinais a que constantemente presenciavam ainda assim facilmente se deixaram influenciar pelos costumes dos pagãos. É bem mais fácil adorar um objeto pois ele é visível e palpável. As vezes imagino que a raiz da idolatria é a própria natureza pecaminosa do homem que quer ser deus o que, aliás, foi o germe do pecado no Éden: sereis iguais a Deus, foi a ideia que, em suma, a serpente usou para fazer a humanidade cair.

Lemos como quando os reis e o povo se desviavam para a idolatria como Deus os punia. Por vezes foram entregues nas mãos de outras nações. Algumas vezes levados cativos. Em outras espalhados pelo mundo. Em muitos momentos suas cidades e suas casas foram devastadas e em outras ocasiões a terra foi ferida deixando de produzir o alimento sendo, assim, entregues a fome.

O que, em nossos dias, esperamos que Deus faça com uma nação em que o dito “povo de Deus” está entregue a idolatria? Tudo e quaisquer coisas têm mais de nossa atenção e empenho. Nosso coração tem estado em coisas, e dificilmente tem estado em Deus. O quê, onde ou quem tem ocupado nossos pensamentos? Assim é inevitável que estejamos levando nosso país e nossas vidas para uma situação de sofrimento. Aviso da parte de Deus nunca faltou para o seu povo: “Guardai-vos não suceda que o vosso coração se engane, e vos desvieis, e sirvais a outros deuses, e vos prostreis perante eles; que a ira do SENHOR se acenda contra vós outros, e feche ele os céus, e não haja chuva, e a terra não dê a sua messe, e cedo sejais eliminados da boa terra que o SENHOR vos dá” [Dt. 11:16-177] e “Se eu cerrar os céus de modo que não haja chuva, ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste entre o meu povo” [2Cr. 7:13].

A solução é simples. Veja que estou dizendo que é simples, não que seja fácil, pois vai precisar de esforço e empenho de nossa parte, tanto individualmente quanto como Igreja, como corpo, unidos em uma única direção, com o pensamento voltado para um único objetivo, um único alvo a ser atingido. Vejamos qual a orientação que o próprio Deus nos dá: “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.” [2Cr. 7:14].

Os convido, então, a fazermos deste e dos próximos anos tempos dos quais estaremos nos voltando para os retos caminhos do Senhor Deus, nos convertendo dos maus caminhos antes trilhados e abandonando os falsos deuses que tomamos para nós (mesmo que o tenhamos feito inconscientemente) e, humilhados, oremos a Ele, arrependidos.

Comecemos hoje, pois este trabalho não é tão pequeno e fácil que possa ser realizado do dia para a noite, mas estejamos certos de que Ele é fiel para cumprir Sua Palavra e restaurar esta terra dando a Seu Povo, Sua Igreja, fartura nunca dantes gozada por esta geração.

 

A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo seja convosco. Amém!

 

Oz. B. Silva

Técnico em Informática, Graduado em Matemática e Servo do Deus Altíssimo e autor do blog http://sepade.blogspot.com

 

Fonte:

https://www.poder360.com.br/poder-economia/bolsa-cai-299-em-dolar-em-2024-e-tem-pior-resultado-desde-2015/

segunda-feira, 11 de março de 2024

⏳ Se estes se calarem ⌛

» Out of Series (11 de março de 2024)

No carnaval deste ano houve algo atípico e devemos fazer alguma reflexão sobre isso. Deixando de lado toda a podridão, que ano após ano aumenta, e sem “fulanizar” a questão, pois os nomes dos “atores” são o de menor importância aqui, queremos abordar alguns pontos que mais me chamaram atenção.


 

O enaltecimento do mal

Teremos que refletir, aqui, em primeiro lugar, sobre como rapidamente saímos do estado de banalização do mal para o do seu enaltecimento.

Imagino que todos já saibam do suposto envolvimento de algumas das escolas de samba com parte do crime organizado, seja diretamente com ligações com bicheiros, milicias e facções, sejam indiretamente por meio de torcidas organizadas ou outros “agentes” que agem sob suas influências. Também é de conhecimento geral que, a cada carnaval, mais as pessoas se afundam no pecado com prazer e que, a cada desfile, o mal e os que o praticaram vem sendo enaltecidos. Assim, faz valer a máxima de que “quem paga a banda, escolhe a música”. Algumas das matérias que falam sobre essas supostas ligações estão na seção “Fontes” ao final do texto.

Em passado recente homenagearam o próprio diabo, agora tratam bandidos como heróis e policiais como demônios. Não estivéssemos atentos aos acontecimentos e sua evolução estaríamos envoltos em um grande paradoxo: a busca da paz e da tranquilidade fortalecendo o mal e buscando o caos.

Mas a reflexão que queremos trazer aqui é o que está escrito em Isaías 5:20: “Que aflição espera os que chamam o mal de bem e o bem de mal, a escuridão de luz e a luz de escuridão, o amargo de doce e o doce de amargo!” (NVT – Nova Versão Transformadora).

Ora, não é possível que se confunda o que é bom com o que é mau, sem que lhe seja cobrado o preço da perversão. Isto mostra a degradação moral e intelectual do indivíduo. Ele já está com sua mente cauterizada (gosto de chamar de “conformado”, devido ao teste de Asch) e em sua religiosidade distorcida está sacrificando a si mesmo e aos que estão a sua volta neste culto macabro.

Sair desta via sem que a Luz ilumine seus passos e sem que as escamas de seus olhos sejam retiradas pelo Espiro Santo é impossível; não há como perceberem a trilha que lhes desviaria da perdição. E, como neste caminho que seguem não há felicidade duradoura, cada vez mais farão coisas piores, pois este deus a quem preferem servir não se satisfará até ter destruído suas vidas.

---------- Outras postagens para sua leitura -

O evangelho pregado em qualquer lugar e tempo

Neste segundo ponto queremos refletir sobre se há lugar e tempo certos para a pregação do evangelho.

Este certamente foi o ponto que causou maior polêmica. Para muitos não é conveniente a pregação do evangelho no meio daquele culto pagão, regado a blasfêmia, bebedeira e promiscuidade, à guisa dos cultos gregos e romanos da antiguidade. Que seria como atirar a Santa Palavra do Senhor no meio da podridão do pecado ou, usando termos mais conhecidos, como atirar preciosas pérolas aos porcos que chafurdam na lama. E este é realmente um ponto que me fez muito refletir.

Geralmente aproveitamos estes momentos em que o mundo se afunda um pouco mais em direção ao abismo (perdição programa e agendada, o diabo é um brincante mesmo) para nos afastarmos dos centros urbanos e participarmos de retiros espirituais com intuito de, saindo da rotina corrida do dia a dia, nos aproximarmos mais dos irmãos e de Deus. Este ano tive oportunidade de fazê-lo, e foi muito proveitoso. Certamente senti a presença de Deus e, juntamente com os irmãos, nos alegramos com isso. Mas, por outro lado, senti o peso da responsabilidade após estes eventos e usando como desculpa as dificuldades que é pregar o evangelho em momento tão desfavorável, venho tentando me justificar, desde então.

Já saí com um grupo a evangelizar em períodos como esse, no passado, agora um tanto distante, e, mesmo que naquela época não me parecesse que o pecado e o mal eram tão intensos quanto os percebo que os são hoje, me foi difícil. Muitos empecilhos se levantaram e fomos bastante hostilizados. Sofremos ataques espirituais e sentimos tristemente os olhares de ódio e desprezo que nos foram direcionados. Senti na pele, e meu instinto de sobrevivência (ou, se você quiser chamar, minha covardia) não me deixam animados para fazer tal coisa novamente. Só posso pedir misericórdia a Deus e que, sendo de sua vontade que tal coisa se repita no futuro, que ele me capacite, pois de mim mesmo não terei condições de sequer dar um passo nesta direção.

Minha inquietação vem da consciência que tenho de que a maior dádiva que nos foi concedida após a salvação é o privilégio de levar as boas novas de salvação a outrem. Como cristão esta é nossa principal missão. Os apóstolos dedicaram todo o resto de suas vidas, do momento em que foram chamados e capacitados até suas mortes, neste fim.

Assim me encontro dividido entre a certeza de que é bom buscar e estar na presença do Senhor e a dúvida se estou fazendo a coisa certa ao, nestes momentos, estar fugindo a responsabilidade de levar a Sua Palavra aqueles que se perdem, apesar de que meu pensamento quanto ao que prego ser um tanto diferente dos demais e precisarei me ocupar um pouco de explicar isto.

A finalidade da pregação do evangelho

É comum que você ouça que a pregação do evangelho é para salvação, afinal é isto que está explicitamente escrito: “Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” [Rm 1:16], então será um pouco estranho para você o que direi a seguir. O motivo pelo qual pregamos o evangelho é muito mais para condenação do que para salvação. Evidentemente que esperamos que, ao pregarmos, vidas sejam transformadas pelo poder da Palavra e que sejam salvos, e sabemos que isto acontecerá, entretanto, pensando friamente sobre o tema, e não posso evitar já que minha mente funciona assim (como dizem, mente de matemático funciona diferente) sabemos que muito mais pessoas ouviram a pregação da Palavra de Deus apenas para serem condenados por Ela: “Entrai pela porta estreita ( larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela ), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela.” [Mt 7:13-14].

Assim, quando prego o evangelho, peço a Deus que vidas sejam salvas, mas peço mais ainda que a Sua Palavra seja ouvida como está Escrito: “Se eu não viera, nem lhes houvera falado, pecado não teriam; mas, agora, não têm desculpa do seu pecado.” [Jo 15:22] e assim não só odeiem a Cristo sem saber o motivo, mas, ainda pior, o odeie sabendo que Ele os amou e a si mesmo se entregou para os salvar, sofrendo na carne a punição que era nossa; derramando o seu sangue; entregando sua vida para cumprir a pena que seria nossa e que será aplicada, por fim, a todos que a quiserem receber.

Se estes se calarem

Indo agora para o último ponto que quero abordar sobre o assunto, chamarei esta seção com o mesmo título dado a esta postagem, pois quando ouvi toda a repercussão na internet (como já mencionei, estava em retiro espiritual e, portanto, afastado dos acontecimentos) e os atores envolvidos (digo “atores” pois foram vários que o fizeram) me lembrei imediatamente da passagem: “Mas ele lhes respondeu: Asseguro-vos que, se eles se calarem, as próprias pedras clamarão.” [Lc 19:40].

A princípio não quis me manifestar sobre o assunto a não ser para tratar das falas da cantora baiana, o que fiz em um vídeo que está em nossos canais (os links estão também na seção das “Fontes”). Como podem ver pelas minhas palavras o evento me tocou deveras. Não consegui criticá-los ou aplaudi-los. Ainda estou dividido. Mas duas coisas posso dizer com certeza: uma é que a quantidade de pessoas que ouviram aquela mensagem não consigo nem imaginar; e a segunda é que algo grande irá acontecer em breve pois o tempo do fim se aproxima. Talvez não em cinco anos, como dito na ocasião, e talvez não antes de 2030 ou 2050, mas todas as forças espirituais têm movido apressadamente seus sacerdotes o que me dá a certeza que o pouco tempo que restava para o diabo está terminando [Ap 12:12].

Me peguei então a pensar vendo as críticas feitas por aqueles que deviam estar pregando o evangelho e, como eu, se abstiveram de fazê-lo - ou, pior, vem se abstendo continuamente, independente das circunstâncias, das datas e locais - se, ao invés de tecerem críticas não seria motivo de vergonha, para nós, que Deus teve que levantar pedras para clamar nos locais em que multidões ouviram, de uma só vez, para que, uns sejam posteriormente salvos, e outros, em sua maioria, claro, condenados?

Não estamos nós, agora, dizendo a Deus que cale as pedras, não porque seremos nós que iremos fazer a Sua obra, pois é dever nosso e não o negligenciaremos, mas porque não suportamos, como os fariseus disseram a Jesus naquela ocasião, ouvir que outros foram escolhidos para nos substituir porque fomos servos inúteis? Não é puramente por inveja ou vergonha que estamos reclamando até das pedras?

Que Deus tenha misericórdia de nós.

"Que a graça e a Paz de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo estejam com vocês." (I Co. 1:3)

DEUS OS ABENÇOE GRANDEMENTE!

Ozires de Beserra da Silva

Técnico em Informática, Graduado em Matemática e Servo do Deus Altíssimo.


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Fontes:

https://www.gazetadopovo.com.br/sao-paulo/vai-vai-entenda-investigacao-aponta-relacao-entre-pcc-e-escola-de-samba/;

https://www.intercept.com.br/2024/02/07/como-a-negociacao-com-o-jogo-do-bicho-garantiu-a-sobrevivencia-das-escolas-de-samba-do-rio/;

https://buzzfeed.com.br/post/5-lideres-de-escolas-de-samba-do-rio-envolvidos-com-o-crime;

https://blog.tnh1.com.br/contextualizando/2024/02/13/deputado-federal-alagoano-acusa-escola-de-samba-de-sao-paulo-por-relacao-com-o-crime-organizado/;

https://www.terra.com.br/diversao/carnaval/2023/carnaval-ou-futebol-entenda-relacao-entre-as-escolas-de-samba-e-torcidas-organizadas,9b7ff095cf78ee628f5cc3daf0e200e930rgxk6g.html;

https://www.conexaopolitica.com.br/colunas/o-que-ha-por-tras-das-escolas-de-samba/;

https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/os-lacos-das-torcidas-organizadas-com-o-trafico-de-drogas-e-faccoes-criminosas/;

https://youtu.be/nxs0LMA4C20;

https://odysee.com/@SePaDe:e/O-deus-de-Ivete:6;

https://rumble.com/v4fot39-o-deus-de-ivete-ou-porque-as-pessoas-sero-condenadas-pela-eternidade.html (acesso no Brasil somente com VPN);