» Out of Series (01 de Janeiro de 2026)
Graça e Paz da parte de Deus, Pai, e de Nosso Senhor e Salvador,
Jesus Cristo!
Dando continuidade ao ciclo de giros que nosso pequeno planeta faz
em torno do Sol mais um ano se vai, e mais um ano se inicia. Com ele renovamos
nossos projetos, que muitas vezes nem foram iniciados ou concluídos. Refazemos
nossos planos, dos quais alguns sequer foram escritos. Nos comprometemos em
sermos pessoas melhores, companheiros mais próximos, famílias mais amorosas e
cristãos mais fiéis. Enfim, no futuro, sem dúvidas, seremos melhores!
Começando, como já está virando costume, com uma breve
retrospectiva deste ano. Vou fazer a minha aqui e espero que você faça a sua
aí. Não quero, entretanto, que você faça comparações entre nossas vidas, mas
desejo que você possa se inspirar e se sentir encorajado vendo que também sou
humano; tenho vitórias e derrotas, e geralmente coleciono fracassos e
frustrações, mas estamos a cada dia lutando para melhorar nosso futuro e
daqueles que convivem conosco, direta ou indiretamente.
Bem, mais uma vez não consegui concluir os projetos iniciados e
pendentes. Estou próximo de terminar um livro, mas faltam alguns poucos
capítulos e revisar um outro tanto. Novamente não consegui bater minha meta de
leitura; li menos que ano passado, inclusive. Desta vez foram apenas 14, e
corri um pouco neste último. Apesar de ter lido mais a Bíblia este ano, não
consegui a ler de forma sistemática, como quando leio com o objetivo de a ler
completa; neste aspecto li até menos que ano passado, mas, em contrapartida, do
que li consegui meditar e me aprofundar um pouco mais.
Para os investimentos financeiros este foi um ano melhor, o que
era esperado depois de um ano anterior tão ruim, mas com as mudanças
tributárias que vão entrar em vigor a partir de amanhã, então, será preciso ter
um pouco mais de atenção. Com a carteira praticamente consolidada não precisei
estudar muito e o tempo escasso não me permitiu acompanhar oportunidades com
muita frequência. Também estou longe de alcançar meu objetivo e não consegui
cumprir a meta do ano. Ficou faltando bastante devido a outras despesas que
tive e isto vai comprometer seriamente meu projeto inteiro, então precisarei me
esforçar ainda mais; faz parte.
Do trabalho não há muito o que falar. Nos empenhamos e procuramos
fazer o melhor, como sempre.
Os colegas aumentaram, graças a Deus, e espero poder os
influenciar positivamente, principalmente em sua vida espiritual.
Na família tivemos alguns problemas financeiros e de saúde, mas,
graças a Deus, nada muito sério, além dos que já estamos enfrentando há algum
tempo e o que surgiu de novo estamos administrando.
As atividades físicas ainda estão capengando. Entre
disponibilidade e desejo, terminei por me exercitar pouco; espero não precisar
correr muito em breve (rsrsrsrsrs).
Acho que consegui resumir tudo e, como você pode ver, você se saiu
melhor que eu. Meus sinceros parabéns!
Agora, indo para o nosso assunto principal, diante das
dificuldades que você está passando e das que se avizinham, como você tem se
preparado? Você sabe o que precisa fazer para sair vencedor dos momentos
difíceis? Espero poder lhe ajudar com isso. Espero poder lhe orientar ou, ao
menos, lhe trazer esperança.
Nosso texto base está em Apocalipse, mais precisamente nos
capítulos 1 ao 3. Isto mesmo, vamos tomar para nossa meditação a carta escrita pelo
apóstolo João às igrejas da Ásia.
Apesar das Bíblias trazerem em subtítulos a indicação de que
teriam sido escritas sete cartas, sendo uma para cada igreja, não creio que
isto esteja correto. Entendo que foram destacadas como “cartas as igrejas”, mas
que foi escrito um único texto, com as indicações de cada uma, mas que todas
precisavam conhecer o estado e as orientações das outras [Ap. 1:11]. Mesmo que,
em alguma particularidade, não estivessem passando por este ou aquele problema,
saber de sua existência é o primeiro passo para não ser afetado por ele. E
saber de antemão como lidar com ele, caso se apresente, é uma enorme ajuda para
vencer esta luta.
Em sua “dedicatória” e mesmo antes de expor os problemas, as
dificuldades, e as lutas que precisavam ser travadas pelas igrejas e por casa
um, individualmente, bem como o que precisavam fazer para serem vencedores,
João lhes dá o veredito de que serão vitoriosos: “Àquele que nos ama, e,
pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados, e nos constituiu reino,
sacerdotes para o seu Deus e Pai ...” [Ap. 1:5-6] e “Eis que vem com as
nuvens ...” [Ap. 1:7], pois ele é o Todo-poderoso [Ap. 1:8]. Diante disto,
tenha em mente que não importam as dificuldades passadas, presentes e futuras;
não importam as derrotas nas batalhadas já enfrentadas, o sofrimento nas pugnas
presentes, e a angústia das que vierem, ao final; a guerra será vencida pelo
Rei dos reis; por Àquele ao qual lhe é dado o domínio sobre todas as tribos e
reinos, e a nós, juntamente com Ele.
Em seguida João os conforta se colocando junto a eles: “irmão
vosso e companheiro na tribulação, ... por causa da palavra de Deus e do
testemunho de Jesus” [Ap. 1:9], para só então expor os problemas e soluções
para tudo que tinham passado [Ap. 1:19 – “as coisas que viste”], estavam
passando [Ap. 1:19 – “as que são”] e iriam passar [Ap. 1:19 – “as que
hão de acontecer”].
Os problemas a serem enfrentados
Passaremos agora a abordar os problemas que devem ser enfrentados
e tratados com o máximo de urgência, pois são os problemas que mais causam
danos as igrejas em qualquer tempo e também a sua vida em particular. Espero
que não seja necessário dizer que tudo dito aqui será generalizações, mas se a
carapuça lhe servir, então não fique com raiva de mim; entenda que é Deus
usando estas palavras para lhe orientar, buscando que você melhore para que não
seja condenado com o mundo [I Co. 11:32].
1.
Ap.
2:4 – Abandono do amor: Estar na igreja, com os irmãos, em seus momentos a sós
com Deus ou ainda realizando obras, mas sem sentir o desejo ardente e a paixão
de fazê-los, é o primeiro problema apontado. Estamos vivendo períodos de
esfriamento espiritual e falta de amor para com Deus e para com o próximo.
Fiéis vão aos cultos e saem da mesma forma que entraram: de corações vazios. Seus
corpos estão lá, mas suas mentes estão nas muitas coisas que o mundo as tem
lhes empurrado, sejam como problemas, sejam como diversão. Tudo isto é apenas
distração e, por isso, não há transformação de vidas. Não há prazer em cultuar
e servir. São momentos que se tornaram compromissos entre pessoas; uma forma de
se ocupar ou se divertir. É quase como se fossem ao clube, ao teatro ou a praça
para rever os amigos. As pregações não confrontam mais o “eu” caído e pecador,
estão mais parecidas com palestras de autoajuda. Não há exposição de Cristo e
de sua obra. Veja que o texto trata isto como um grave pecado a ponto de que
sua condição de “Igreja” poderá ser removida caso não haja arrependimento [Ap.
2:5].
2.
Ap.
2:9 – Falsidade: Também poderia dizer “vida de aparência”. Você parece rico,
parece santo, parece crente, parece salvo, parece servir a Deus, parece amar ao
próximo, parece se importar, parece trabalhar, parece um bom cônjuge, parece um
bom aluno, parece um bom funcionário, mas, é tudo só aparência. Você tem uma “vida
de Instagram”, é tudo “de fachada”. Sua vida é uma confusão. Você deve mais do
que tem e do que ganha. Está entregue e se deliciando no pecado. Não tem fé e,
desde que venha do materialismo, também não duvida de nada (o que também não
deixa de ser fé, ou fideísmo, já que é irracional). Caminha para a perdição.
Faz as coisas por interesse próprio; quer aparecer, deixar os outros com inveja
de você. Não se importa com o sofrimento daqueles a seu redor. Negligencia o
trabalho sempre que consegue e só faz as coisas que mandam e se estão cobrando.
É um péssimo companheiro. É egoísta e ignorante. Distrata as pessoas e não
considera aqueles que lhe querem orientar. Você é o dono da razão, ou como
dizem, acha que é dono do próprio nariz. Você é rei do seu próprio umbigo. Talvez
você ainda não tenha notado, mas o diabo é seu objeto de culto, pois tudo que
você faz o agrada.
3.
Ap.
2:14-15 – Envolvimento com falsas doutrinas: O envolvimento com falsas
doutrinas leva a um abandono da comunhão com Deus e com os irmãos. Elas têm o
poder de levar, aos poucos, a pessoa que se envolve com elas, a práticas
pecaminosas. Vejam que até mesmo o rigor moral de aparência dos fariseus foi
criticado por Jesus [Mt. 23:23-36]. A moralidade de quem se sente superior aos
demais por causa disso não passa de orgulho tolo; de egocentrismo. As falsas
doutrinas levam outros a libertinagem, a ausência quase completa de moral. Os
nicolaítas, citados no texto, ao que tudo indica, ensinavam que o corpo era
perdido, cheio de pecado, e, portanto, não tinha nenhum vínculo com o espírito.
Que o corpo tinha sido feito para pecar, então deviam viver de forma intensa no
pecado para que a graça de Deus abundasse no espírito. O apóstolo Paulo se
deparou com esta doutrina que já vinha se infiltrando no meio da igreja [Rm. 6]
e sua palavra a este respeito foi: “De modo nenhum! Como viveremos ainda no
pecado, nós os que para ele morremos?” [Rm. 6:2]. Nos dois nomes citados no
texto de Ap. 2:14-15, a saber os nicolaítas e aqueles que agiam como Balaão,
temos o exemplo de uma dupla perigosa. Enquanto um ensina como corromper o
outro cria dificuldade para se entender que se está corrompendo. Ao se entregar
ao pecado não há como ter uma vida espiritual saudável. E todas as falsas
doutrinas vão, de alguma forma, lhe afastar de Deus.
4.
Ap.
2:20 – Tolerar falsos mestres: Tolerar e ainda dar espaço para que falsos
mestres continuem disseminando as falsas doutrinas dentro da igreja vai acabar
por destruí-la e, se você está em seu meio, será muito afetado durante todo o
processo. Não estou aqui lhe incentivando a se tornar “desigrejado”; aliás este
é um tipo que, em grande medida, se tornou assim porque se envolveu com falsos
mestres ou falsas doutrinas, ou porque lhe falta o fruto do Espírito Santo. Muitos
deles até pensam terem saídos da congregação, mas na verdade foram, por Deus, jogados
fora [Jo. 15:1-8]. O texto aqui nos dá algumas dicas de como se porta o falso
mestre: I. diz falar em nome de Deus (é mentiroso) e fala coisas que não estão
na Palavra de Deus e muitas vezes é até contrária a ela; II. Incentiva os
outros a seguirem doutrinas estranhas; III. Relativizam o pecado e; IV.
Incentivam buscar “conhecimento oculto” (ou conhecer ao diabo) e se envolver
com ele. Neste último ponto espero que vocês entendam que há uma diferença
grande entre conhecer para reconhecer e conhecer para se envolver, entretanto,
o mais recomendado é que se você não tem base bíblica sólida, se afaste de
qualquer ensinamento que não esteja nas Escrituras.
5.
Ap.
3:1-2 – Má intenção: Veementemente Jesus condenou as práticas de vários grupos
religiosos de sua época porque as faziam com má intenção, não por amor.
Frequentar a igreja por obrigação com o pastor ou irmãos, ir por diversão,
realizar atividades de evangelismo ou caridade sem amor verdadeiro, em resumo,
não importa o que você faça, se sua intenção não for correta, diante de Deus,
será tomado como “obra morta”, ou seja, será como estar morto, mesmo que
andando por aí, um zumbi, movido apenas pelo próprio desejo de se satisfazer.
6.
Ap.
3:8-9 – Abandono da fé: Diante das muitas dificuldades que surgem
cotidianamente, e muito mais em tempos difíceis, é fácil abandonar a fé em
Deus. Somos constantemente bombardeados por informações e questionamentos que,
sem resposta clara e rápida, nos pegamos a duvidar de nossa fé. Ninguém gosta
de ser enganado, e justamente por isso somos mais facilmente enganados quando
não estamos bem-preparados, quando nossa fé não está bem alicerçada. Por isso o
apóstolo Pedro nos orientou: “antes, santificai a Cristo, como Senhor, em
vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos
pedir razão da esperança que há em vós” [I Pe. 3:15].
7.
Ap.
3:15-17 – Idolatria: A idolatria é, em muitos aspectos, o pecado mais condenado
na Escritura Sagrada e o mais difícil de ser reconhecido, seja porque está
sendo praticado inconscientemente ou porque é muito fácil de confundi-lo com
práticas comuns. Qualquer culto ou adoração que não for dirigida diretamente a
Deus é tida como idolatria. Se você não coloca sua fé, isto é, se não reconhece
que somente em Deus algo se torna possível, então está praticando idolatria.
Seu objeto de culto pode ser diverso, então é fácil confiar mais no objeto do
que em Deus, é mais fácil adorar e servir a criatura do que o Criador. Em nosso
tempo está em voga uma espécie um pouco mais ampla de idolatria: o
materialismo. Um tipo de fé que alega estar baseada em conhecimento testado e
comprovado, mas que ignora todas as implicações filosóficas e até mesmo éticas
necessárias para estar bem fundamentada.
Você deve estar se perguntando agora por que só abordamos questões
espirituais e a resposta é simples, entre as preocupações terrenas e
passageiras e as espirituais e eternas, devemos primeiro cuidar daquilo que é
mais importante, e isto, como você é inteligente, já deve ter concluído
sozinho. Mas caso lhe tenha ficado alguma dúvida, deixo o que escreveu Blaise
Pascal (1670):
Nada
é tão importante para o homem como a sua condição, e nada lhe é tão temível
como a eternidade. Por conseguinte, se acham-se homens indiferentes à perda do
próprio ser e ao perigo, de uma eternidade de miséria, isso não é natural.
Procedem de modo inteiramente diverso em relação a todas as outras coisas:
temem até as mais insignificantes, e as preveem, e as sentem. O mesmo homem que
passa tantos dias e tantas noites cheio de cólera e de desespero por ter
perdido um cargo, ou por alguma ofensa imaginária à sua honra, sabe também que
vai perder tudo com a morte, sem que por isso se inquiete ou se comova. É uma
coisa monstruosa ver, num mesmo coração e ao mesmo tempo, essa sensibilidade
pelas menores coisas e essa estranha insensibilidade pelas maiores.
Como os enfrentar e o os prêmios a serem recebidos
Passemos agora as orientações de como podemos enfrentar estes
problemas. É mister salientar que muitas vezes só o que podemos fazer é
evitá-los pois eles estão presentes em todos os lugares e em todos os momentos.
Mas, apesar de não haver maneira de nos tornarmos completamente imunes a eles,
há formas de estarmos preparados para vencê-los sempre que aparecerem.
1.
Ap.
2:5 – Relembrar: Fazer reflexões periódicas sobre aquilo que vivemos é
importante. Relembrar quando fomos tocados pelo Espírito Santo e nos
encontramos com Cristo; de quando o amor encheu nossos corações pelas vidas que
se perdem e por aqueles que sofrem; do que nos levou a pecar e para nos
arrepender. Como disse o filósofo espanhol George Santayana: “aquele que não
conhece o passado está condenado a repeti-lo”. Não devemos, entretanto, o fazer
com saudosismo, mas como meio de ação prática e eficaz. Ao nos mantermos
firmes, em amor, seremos levados ao Éden de Deus, e nos será dado do fruto da
árvore da vida e estaremos, então, para sempre com o Senhor.
2.
Ap.
2:10 – Ter coragem: Teremos todo o mundo e o diabo se levantando contra nós,
tentando nos derrubar, nos derrotar e aprisionar. Tempos difíceis virão e é
preciso ter coragem para os enfrentar. Como Jesus já havia nos prevenido de que
no mundo teríamos aflições [Jo. 16:33], então não devíamos esperar uma vida
fácil e sem sofrimento, mas ao mesmo tempo devemos ter uma vida de paz, pois a
paz que nos é dada é uma paz especial, que não é possível que o mundo a tenha
ou a proporcione [Jo. 14:27]. Assim, ao vencermos, estaremos livres da segunda
morte e, portanto, livres do lago de fogo e enxofre [Ap. 20:6, 14 e 21:8] onde
todos que não fizeram a vontade de Deus serão, finalmente, lançados e cujo
sofrimento não terá fim.
3.
Ap.
2:13 – Perseverança: Manter a fé em Deus, baseados nas sãs doutrinas descritas
na Santa Palavra. Perseverar é “persistir numa ação” [Dicionário Houaiss],
assim não é apenas falar, mas agir de acordo e continuar agindo até que o
objetivo final seja alcançado. E, ao atingi-lo, será recompensado por Deus com
a transformação do corpo de carne para um corpo glorificado como o de Cristo
(Jesus é o maná, o pão que foi enviado do céu) e um nome novo (o nome de cada
pessoa também termina por definir seu caráter, assim também teremos nosso
caráter voltado ao pecado deixado para trás e teremos, então, um caráter
santo).
4.
Ap.
2:19 – Trabalho: Ou poderia também dizer “boas obras”, mas o termo trabalho
acho mais adequado. Trabalho é o ato de converter alguma coisa em outra. Em física
o termo “trabalho” é uma grandeza que mede a transferência de energia realizada
por uma força quando ela provoca o deslocamento de um corpo. Trazendo a
definição para nosso contexto, só existe trabalho quando há mudança. Se estamos
fazendo algo que não produz mudanças, nem em nós, nem em nossa igreja, nem na
comunidade onde ela está inserida, então estamos apenas nos cansando, fazendo
“obras mortas”. Não existe trabalho sem prática e esforço prático e não há boa
obra que não provoque mudanças de vidas. Assim, as obras que praticamos com fé
são, em última análise, as obras do próprio Deus, feitas por nós ao sermos
movidos pelo Espírito Santo e pelo nome do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo
[Ap. 2:26]. O prêmio para os vencedores é o de julgar o mundo perdido, aqueles
que decidiram viver suas vidas presentes e futuras longe do Criador [I Co. 6:2].
5.
Ap.
3:3 – Vigilância: Estar sempre atento para as coisas que acontecem conosco, ao
nosso redor e, se possível, no mundo. Vigiar também quer dizer que devemos
guardar aquilo que temos, o que já conquistamos, para que não nos seja tomado.
Vigiar é também conservar e preservar, manter funcionando, manter em bom
estado, limpo e pronto para uso. Quando chegar o grande dia, então, receberemos
vestes brancas, compradas e alvejadas com e pelo sangue do Cordeiro, Jesus, o
Cristo, o Filho de Deus, que por nós se entregou para nos purificar de todo
pecado [Hb. 1:3, I Jo. 1:7].
6.
Ap.
3:8 – Fidelidade: Manter-se fiel a Deus e a Sua Palavra, não negando o seu
Santo Nome, é uma das atitudes que devemos tomar para vencer. Fidelidade também
é mais do que uma afirmação, mais do que meras palavras; é uma atitude
constante e de acordo com aquilo que se diz. É coerência prática. Aos fiéis lhe
será dado lugar ao lado de Deus, e com orgulho Ele o enviará como mensageiro
para divulgar a Sua Santa vontade. Você será, assim, Seu representante.
7.
Ap.
3:19-20: Sabedoria: A sabedoria é o bem mais precioso da terra [Pv. 4:7]. Ela
nos torna capazes de reconhecer o que acontece e nos dá meios para agir. Também
nos permite aceitar quando somos admoestados, disciplinados e corrigidos. Ela
nos leva a entender onde erramos e a nos arrependermos, retornando assim para
uma vida segunda a vontade de Deus. O prêmio é reinar juntamente com Cristo, em
seu reino de glória [II Tm. 2:12, Ap. 2:26-27, Ap. 5:8-10].
Vocês devem ter percebido que a palavra-chave para sair vencedor
em tempos difíceis é “agir”. Sair do mundo da retórica e da hipocrisia e tomar
atitude. Fazer com que todo conhecimento teórico adquirido se torne em prática consciente
e transformadora, tanto de sua própria vida e realidade como daqueles que o
rodeiam.
Espero, em Deus, que estejamos todos prontos para enfrentar e
vencer as dificuldades que virão. Peço a Deus que os nossos sonhos e planos
estejam todos alinhados com Sua soberana vontade e que todos se realizem.
Finalizo, assim, lhes desejando um ano novo cheio de paz e graça, da parte de
Deus, pai, e de Nosso Senhor e Salvador, Jesus, o Cristo. Amém!
Oz. B. Silva
Técnico em Informática, Graduado
em Matemática e Servo do Deus Altíssimo e autor do blog http://sepade.blogspot.com
Fonte:








